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Mostrando postagens de agosto, 2025

Cibra: de “fábrica esquecida” a potência do agro — um exemplo de visão e coragem

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 Se alguém te dissesse lá em 2012 que uma pequena fabricante de fertilizantes, com janelas quebradas e cadeira faltando no escritório, viraria referência em inovação no agronegócio brasileiro, você acreditaria? Pois é… a Cibra é a prova viva de que, no mundo dos negócios, quem ousa plantar diferente colhe muito mais. Tudo começou com a antiga Cibrafertil , nascida em Camaçari (BA). O mercado era concorrido, margens apertadas e pouca atenção para tecnologia. Mas quando o grupo estrangeiro Omimex assumiu o controle e trouxe o empresário Santiago Franco para liderar, o cenário mudou e mudou bonito. De “tapar buraco” para “abrir caminho” Nos primeiros dias, o problema não era vender fertilizante. Era arrumar internet, trocar lâmpada e botar ordem na casa. Só que, em vez de reclamar, a liderança decidiu sonhar grande: “Por que não transformar uma fábrica esquecida numa das empresas que mais crescem no agro brasileiro?” E não ficou só no discurso. Em dez anos, o faturamento saiu de R$...

Fertilizantes: o “café da manhã” das lavouras está mudando de cardápio

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Se planta precisa de comida para crescer, fertilizante é o café da manhã da lavoura. E, assim como a gente sente no bolso quando o café aumenta de preço, o produtor rural também sofre quando esses insumos disparam no mercado. Mas 2025 trouxe novidades quentes: o Brasil está tentando deixar de “pedir iFood” de fertilizantes todo mês e começar a cozinhar em casa. Produção nacional: de coadjuvante a protagonista Por anos, quase tudo que usamos de ureia e amônia vinha de fora. Agora, fábricas que estavam “hibernando” voltaram à ativa, e investimentos pesados da Petrobras e de empresas privadas prometem suprir uma boa fatia do consumo nacional. Se o plano der certo, em alguns anos mais de um terço do que usamos será produzido aqui mesmo — ou seja, menos dependência de navios estrangeiros e mais previsibilidade para quem planta. Importação ainda é prato principal — e está caro Apesar desse esforço, a conta externa continua alta. O Brasil ainda precisa importar toneladas de fertilizantes,...